terça-feira, 9 de dezembro de 2008

mais acerca dos relacionamentos abertos

caso 1: ela define como relacionamento aberto. eles saem juntos, dormem juntos e se amam. mas não têm problema algum em ficar com outras pessoas. a regra é nunca esconder. dessa forma, nunca há traição. o ciúmes ela diz conseguir controlar bem: “seria pior ficar sempre na dúvida”.

caso 2: ela define como namoro. enquanto eles moravam há mais de 1000 km de distância um do outro, a coisa caminhava bem. de ficantes eles passaram a namorados, assim, à distância mesmo. se falavam todos os dias e morriam de saudades. agora ela voltou e, além de se falarem todos os dias, eles se vêem todos os dias. ela o ama, mas tem dias que tem vontade de largar tudo e cair na estrada – ou voltar à vida de pegação.

caso 3: ela define como ficada. um não sabe o que o outro sente, mas eles têm vontade de se ver. não é proibido ficar com outros; o proibido é falar sobre isso. ainda que eles continuem se vendo todo fim de semana, tomando um cuidado extremo, claro, pra evitar de cobrarem e serem cobrados. eles têm lá seus traumas e não querem namorar – pelo menos não no sentido usual da palavra. ela sente falta dele. quando encontra gosta, mas tem certeza que ele não é o cara.

definitivamente namorar está fora de moda. será a monogamia o problema das decepções amorosas? será que é saudável ter relações com várias pessoas mesmo que a gente goste só de uma? serão os relacionamentos abertos a solução?

Um comentário:

teca disse...

o problema é quando às vezes o trauma é tão grande que o medo de gostar o impede de viver a história...