depois que eu descobri isso, confesso que me tornei mais tolerante com eles. nem sempre o que eles fazem é cafajestagem, ou insensibilidade, ou irresponsabilidade. "não é possível que ele tenha coragem de fazer uma coisa dessas!", "nossa, será que ele não percebe?". tudo bobagem. e digo isso sem nenhuma pretensão de ser machista, feminista, ou de defender qualquer tipo de determinismo biológico. é cultural mesmo. eles aprenderam a agir e a interpretar as coisas de um jeito e a gente de outro. então, antes de tentar entender as coisas a partir do seu próprio ponto de vista, lembre-se que ele pensa diferente de você. esse é um bom exercício pra não acabar criando expectativas exorbitantes.
e isso serve pra eles também. "nossa, não sei porque ela se importou tanto com uma coisa tão besta". besta pra você, né, meu amigo? mas pra ela vale mais do que tudo.
pronto, acho que já estou estudada pra minha prova de antropologia.
* ok, eu sou hipócrita. faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
3 comentários:
E normalmente o pensamento deles é bem mais simples (ou simplório, dependendo dos casos)
ou bem mais complicado. quer dizer, deve ser complicado só pra gente mesmo, que tenta entender mas no final das contas não entra na cabeça como eles podem achar certas coisas tão absurdas tão simples e normais.
eu lia e pensava: que hipócrita.
ainda bem que você admitiu. rs
Postar um comentário